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O Dia das Mães, segunda data mais importante para o varejo, deve movimentar R$ 37,75 bilhões neste ano, com expectativa de 126,9 milhões de consumidores nas compras, segundo pesquisa da CNDL e SPC Brasil. Apesar da alta movimentação, houve queda de R$ 2,46 bilhões em relação ao ano passado.


Os consumidores pretendem gastar, em média, R$ 298, com destaque para perfumes (47%), roupas e acessórios (41%), cosméticos (26%) e chocolates (23%). As mães (77%), sogras (18%) e esposas (17%) lideram a lista de presenteadas.


Mesmo com preços mais altos em 2025, 39% esperam gastar mais. Por outro lado, 32% dos compradores estão com contas em atraso, e 13% admitem que podem deixar de pagar uma conta para presentear.


As compras devem se concentrar em lojas físicas (80%), mas 45% também vão recorrer à internet, principalmente via apps e sites internacionais. O PIX será a forma de pagamento mais usada (46%).


Dica FGF: o aumento no consumo representa oportunidade, mas também exige atenção ao fluxo de caixa. O controle financeiro e o planejamento são essenciais para evitar inadimplência — tanto para consumidores quanto para lojistas.


Você já deve ter visto manchetes sobre a alíquota zero do IPI para diversos produtos. Mas aqui vai uma informação que muitas empresas não sabem: negócios enquadrados no Simples Nacional continuam pagando o IPI, mesmo quando ele é zerado no regime normal.


Como assim?

É simples: no Simples Nacional, o IPI está embutido na alíquota global paga mensalmente por meio do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Ou seja, mesmo que determinado produto tenha alíquota de IPI reduzida a zero, a empresa do Simples segue recolhendo a parcela proporcional do imposto.


Qual o impacto disso na prática?

  • A redução do IPI não gera economia para quem está no Simples.

  • Empresas do Simples podem ter custo final mais alto em relação a concorrentes de outros regimes.

  • Isso pode influenciar diretamente na formação de preços e margem de lucro.


Vale a pena continuar no Simples?


Depende. Em alguns casos, o Simples ainda é vantajoso. Mas se sua empresa trabalha com produtos afetados pela isenção do IPI, pode ser o momento de reavaliar o enquadramento tributário.


A migração de regime pode representar economia — mas deve ser feita com cautela e apoio contábil especializado.


FGF Contadores te ajuda a enxergar além do DAS


Nosso time está preparado para realizar uma análise tributária personalizada, identificar oportunidades e orientar sobre o regime mais adequado para sua realidade.

Entre em contato com a FGF Contadores e descubra como reduzir sua carga tributária sem riscos e com estratégia.



A perícia médica é uma etapa fundamental para empresas e trabalhadores na comprovação de acidentes ou doenças ocupacionais. Esse processo técnico é essencial para definir benefícios previdenciários, como o auxílio-doença acidentário (B91) e a aposentadoria por invalidez (B92), além de garantir estabilidade no emprego e outras implicações legais.


Conduzida por profissionais especializados, a perícia avalia se há nexo entre a atividade laboral e a condição de saúde do colaborador, utilizando documentos como CAT, PPP, LTCAT, além de dados dos programas PCMSO, PGR e outros. Também é analisado o grau de incapacidade (temporária ou permanente, parcial ou total), o que impacta diretamente no tipo de benefício a ser concedido.


O laudo pericial, embora não seja vinculante ao juiz, tem alto valor técnico nos processos administrativos e judiciais. Por isso, é importante que empresas estejam atentas a todo o processo e contem com apoio contábil e jurídico para acompanhar a perícia, inclusive com assistente técnico quando necessário.


Na FGF Contadores, oferecemos suporte estratégico para nossos clientes em todas as etapas que envolvem o impacto contábil e previdenciário de acidentes de trabalho. Conte com nossa equipe para evitar riscos e garantir a conformidade.

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